*
Escrevi uma reportagem para a revista Continuum, do Itaú Cultural, sobre um tema que aflige a (quase) todos nós, comunicadores: a angústia de estar desconectado.
Eis o início da matéria "A hora de desconectar":
O computador está ligado à internet. O celular jaz ao lado. O internauta já fez tudo o que tinha de fazer. É tarde, ninguém telefonará. Mesmo assim, há hesitação em desligar os aparelhos. Vai que entra um e-mail novo! Vai que há uma chamada urgente no meio da noite!
Em maior ou menor grau, a maioria das pessoas vive essas angústias na hora de se desconectar. É o momento de dar as costas a um mundo cheio de oportunidades, contatos, encontros, reencontros, comunidades e conhecimento que a internet proporciona. Também quer dizer ficar desinformado sobre os acontecimentos do último segundo. Sentir-se aflito nessa hora é então normal? (...)
Cutuque aqui se quiser ler a reportagem.
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Desconecte! Mas só depois de ler...
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Augusto Paim |
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terça-feira, 30 de junho de 2009
Paisagens da Vida 2
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Leti Schuh |
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Se o texto do Fernando Pessoa serviu mais de véu do que de óculos às paisagens das nossas vidas, o que eu compartilho hoje é mais leve e doce, envolvidos pelo clima emocionante dos últimos vídeos do blog.
Já dizia nosso amigo Pessoa que somos a fusão de dois tipos de paisagens: a física, a que vemos e convivemos, e a interna, que sentimos e moldamos dentro de nós. É da nossa sensibilidade percebê-las e relacioná-las, e, mais que isso, disponibilizá-las às influências do mundo . Pois não é isso que tanto reclamamos, um mundo mais bonito e gentil? A realidade é a gente que faz!
É do Dhammapada, uma pequena parte do ‘livro sagrado’ dos budistas (lembra, os estudos aqueles láa da Nova Acrópole?), que escolhi dois versos que me chamaram atenção. Chamam-se Versos Gêmeos, onde se lê a mesma coisa de maneiras contrárias.
15. O homem sofre neste mundo e sofre no mundo vindouro: aquele que age mal sofre nos dois mundos. Sofre, sofre e se lamenta quando percebe os erros cometidos.
16. O homem é feliz neste mundo e é feliz no mundo vindouro: aquele que age bem é feliz nos dois mundos. Está alegre, sente grande contentamento quando vê as bondades que semeou.
E aí? Basta escolher a que nos cabe!
Minha contribuição pra paisagem de hoje: http://soytuaire.labuat.com/
Detalhe pra seta do mouse enquanto a página vai baixando.
Beijo e boa semana!
Leti.
Já dizia nosso amigo Pessoa que somos a fusão de dois tipos de paisagens: a física, a que vemos e convivemos, e a interna, que sentimos e moldamos dentro de nós. É da nossa sensibilidade percebê-las e relacioná-las, e, mais que isso, disponibilizá-las às influências do mundo . Pois não é isso que tanto reclamamos, um mundo mais bonito e gentil? A realidade é a gente que faz!
É do Dhammapada, uma pequena parte do ‘livro sagrado’ dos budistas (lembra, os estudos aqueles láa da Nova Acrópole?), que escolhi dois versos que me chamaram atenção. Chamam-se Versos Gêmeos, onde se lê a mesma coisa de maneiras contrárias.
15. O homem sofre neste mundo e sofre no mundo vindouro: aquele que age mal sofre nos dois mundos. Sofre, sofre e se lamenta quando percebe os erros cometidos.
16. O homem é feliz neste mundo e é feliz no mundo vindouro: aquele que age bem é feliz nos dois mundos. Está alegre, sente grande contentamento quando vê as bondades que semeou.
E aí? Basta escolher a que nos cabe!
Minha contribuição pra paisagem de hoje: http://soytuaire.labuat.com/
Detalhe pra seta do mouse enquanto a página vai baixando.
Beijo e boa semana!
Leti.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Her morning elegance
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blog4sc |
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Olá pessoal,
enquanto não publico o post que o Henry pediu aí vai o clipe/stop motion/direção de arte/conceito mais animal que já vi (talvez seja exagero... mas que eu já vi hoje ou essa semana é com certeza).
Aproveitem, Cleber
enquanto não publico o post que o Henry pediu aí vai o clipe/stop motion/direção de arte/conceito mais animal que já vi (talvez seja exagero... mas que eu já vi hoje ou essa semana é com certeza).
Aproveitem, Cleber
domingo, 28 de junho de 2009
Essa música é nossa!
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Augusto Paim |
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***
Antes de mais nada, olha/escuta só:
Isso mesmo, "Asa Branca" em inglês. Versão bem feita, com participação de David Byrne.
Agora olha/escuta esta:
"A Banda", do Chico, em alemão. Detalhe é que a letra traduzida não tem nada a ver com a ditadura militar.
Já já dou detalhes. Antes, mais uma:
Essa sim, bem bizarra. Um grupo russo cantando uma versão de "Bate forte o tambor", do grupo Carrapicho.
Essas são três de uma série de pérolas musicais que garimpei para uma reportagem sobre músicas brasileiras com versão em outro idioma. A apuração durou meses, foi bem trabalhosa, mas, como você deve imaginar pelos achados, foi também muito divertida.
Bem, a reportagem está no ar no site do Itaú Cultural. Cutuque aqui para ler! Lá você encontra até música gaúcha em alemão... E aqui também!
Antes de mais nada, olha/escuta só:
Isso mesmo, "Asa Branca" em inglês. Versão bem feita, com participação de David Byrne.
Agora olha/escuta esta:
"A Banda", do Chico, em alemão. Detalhe é que a letra traduzida não tem nada a ver com a ditadura militar.
Já já dou detalhes. Antes, mais uma:
Essa sim, bem bizarra. Um grupo russo cantando uma versão de "Bate forte o tambor", do grupo Carrapicho.
Essas são três de uma série de pérolas musicais que garimpei para uma reportagem sobre músicas brasileiras com versão em outro idioma. A apuração durou meses, foi bem trabalhosa, mas, como você deve imaginar pelos achados, foi também muito divertida.
Bem, a reportagem está no ar no site do Itaú Cultural. Cutuque aqui para ler! Lá você encontra até música gaúcha em alemão... E aqui também!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Alguns Mandamentos de Steve Jobs
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Lê |
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Aí vão alguns mandamentos do Steve Jobs (não que ele seja referência para muita coisa, hehehe) que peguei na Revista da Criação de maio:
- Busque informação, não faça suposições.
- Foco significa dizer "não".
- Concentre-se no que você é bom, delegue o resto.
- Não tenha medo de começar do zero.
- Quando se trata de ideias, qualquer coisa vale.
- Trabalhe em equipes pequenas.
- Insista no que é aparentemente impossível.
- Invista em pessoas, mas demita os idiotas.
Gostei especialmente do segundo, daí sempre que tiver que dizer "não" para alguma coisa e estiver meio sem jeito, posso citar o amigo Jobs.
Bju
- Busque informação, não faça suposições.
- Foco significa dizer "não".
- Concentre-se no que você é bom, delegue o resto.
- Não tenha medo de começar do zero.
- Quando se trata de ideias, qualquer coisa vale.
- Trabalhe em equipes pequenas.
- Insista no que é aparentemente impossível.
- Invista em pessoas, mas demita os idiotas.
Gostei especialmente do segundo, daí sempre que tiver que dizer "não" para alguma coisa e estiver meio sem jeito, posso citar o amigo Jobs.
Bju
terça-feira, 23 de junho de 2009
Nada se perde, tudo se transforma
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Leti Schuh |
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Em tempos de compartilhamento e, em homenagem aos últimos posts, um verso pra gente se inspirar.. Do ótimo Jorge Drexler, 'Todo se transforma'.
Cada uno da lo que recibe
y luego recibe lo que da,
nada es más simple,
no hay otra norma:
nada se pierde,
todo se transforma.
Beijo,
Leti.
Cada uno da lo que recibe
y luego recibe lo que da,
nada es más simple,
no hay otra norma:
nada se pierde,
todo se transforma.
Beijo,
Leti.
'novidades' Google
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Henry |
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Meus queridos,
Estava passeando pelo Google Labs para ver o que de novidade estão colocando em prática e achei um bem interessante, que faz pesquisa de imagens por similaridade. Ainda muito restrito, mas, é interessante para procurar mais algo parecido sem ter que ficar passando por varias paginas.
http://similar-images.googlelabs.com/
Outro mais antigo mas que vale a lembrança: scholar.google.com.
(uma incrivel base de trabalhos científicos)
Estava passeando pelo Google Labs para ver o que de novidade estão colocando em prática e achei um bem interessante, que faz pesquisa de imagens por similaridade. Ainda muito restrito, mas, é interessante para procurar mais algo parecido sem ter que ficar passando por varias paginas.
http://similar-images.googlelabs.com/
Outro mais antigo mas que vale a lembrança: scholar.google.com.
(uma incrivel base de trabalhos científicos)
domingo, 21 de junho de 2009
Saber que não se sabe
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blog4sc |
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Bom, esses finais de semana dedicados ao tcc me rendem muitas leituras de artigos, cartilhas, blogs e livros, que geralmente acabam com muitos post its, nem todos destinados à monografia. Desses "nem todos", vários sinalizam "4SC".
A medida que eu achar interessante, vou dividindo com vocês.
Esse primeiro foi um dos mais condizentes com os "princípios" da nossa "seita". Não encontrei ele no site da autora, portanto vou colocá-lo na íntegra, porque realmente vale a pena.
É do livro "O design do designer" da Lígia Fascioni.
Lá vai...
Saber que não se sabe
Uma vez um amigo se surpreendeu com o fato das minhas aulas estarem disponíveis no meu site, com transparências, bibliografia e tudo mais, para quem quisesse. Um professor também me perguntou se eu iria colocar o texto completo da minha tese na Internet (alertou-me de que alguém poderia copiá-lo). Resposta para as duas questões: o mundo inteiro está na Internet, não há informação que se possa se gabar de estar em segurança. E isso não faz mesmo nenhum sentido. Para que esconder e guardar informações? Principalmente, se o objetivo é divulgá-las, compartilhá-las com o máximo de pessoas possível...
Houve um tempo em que as pessoas acreditavam que seu talento e valor residiam no que só elas sabiam, naquilo que guardavam trancado a chave na gaveta do escritório. Tinham a ilusão de que a seção, o departamento, a empresa, o mundo, tudo pararia se ela se recusasse a abrir a gaveta. A garantia do seu emprego estava lá dentro, guardadinha.
Ainda bem que o mundo mudou (se bem que algumas poucas pessoas ainda não perceberam). Hoje as empresas não contratam mais quem não sabe trabalhar em equipe e tem o nefasto hábito de trancar gavetas. Na época pré-Internet, talvez esse pudesse ser uma estratégia válida de sobreviência, inclusive muito popular.
Hoje não há mais gavetas trancadas em nenhum lugar do mundo. Pelo menos não para sempre. E as pessoas têm que pensar em outra maneira de se fazerem importantes no seu ambiente de trabalho em particular e na vida de uma maneira geral. Segredos não estão mais seguros e podem ser devassados a qualquer momento. Então, o que fazer?
Primeiro: reconhecer que a gente não sabe quase nada do que há para saber. Mesmo que eu publique aqui tudo o que sei, ainda é muito pouco para me fazer de importante e garantir minha sobrevivência profissional em algum lugar. Tudo o que está aqui também está ao mesmo tempo em muitos outros lugares, talvez com uma roupinha diferente. Sabe por quê? Porque são só informações e a gente vive mergulhado nelas, praticamente afogados. Conhecimento não é mais diferencial de nada, está ao alcance de qualquer um que tenha oportunidade e persistência para achar o que quer.
Segundo: reconhecer que sozinho não se vai a lugar algum. Se a gente sabe é quase nada, então como fazer alguma coisa com isso? Ora, o óbvio. Juntar com o pouquinho que mais alguém sabe e voilá: pode ser que se crie algo realmente útil e até importante. Já que é impossível para um só dar conta de saber tudo o que é preciso para andar pra frente, só nos resta montar o quebra-cabeças. Assim, quanto mais gente inteligente e disposta a compartilhar informações nós conhecermos, maior é a probabilidade de realizar um trabalho legal que faça a diferença.
Terceiro: o importante não é tanto o saber fazer, mas saber o que fazer. Ou seja, não adianta falar línguas, ter diplomas, teses, cursos e outros enfeites curriculares, se você não souber o que fazer com tudo isso. Vejo gente que estudou um montão reclamando que não há emprego, que ganha mal, e que fulano de tal que tem apenas o segundo grau incompleto está ganhando rios de dinheiro. Ora, a inteligência e a competência independem de quanto cada um estudou. Tem mais a ver com a sua visão do mundo, com a capacidade de criar novas soluções para velhos problemas, identificar oportunidades, gostar de desafios, ir à luta. Se a pessoa não sabe o que quer fazer com tudo o que aprendeu, isso acaba virando um fardo, um peso para carregar. Assim, quanto mais se estuda e aprende, mais elementos se tem para criar e mudar, o que, sem dúvida, é uma vantagem - mas vale lembrar que pode ser mais útil um simples canivete para quem sabe usá-lo do que mísseis supersônicos para quem não tem idéia do seu alvo. E que o mundo não tem limites para quem tem o alvo e os mísseis.
Tem outros artigos e textos dela nesse site aqui.
Esperam que tenham gostado e que realmente tenham identificado o texto com aquilo que os guris têm nos passado e mostrado, esclarecendo que estamos todos juntos montando esse quebra-cabeças em busca de um mesmo ideal, de um mesmo resultado.
Beijos
Carla
A medida que eu achar interessante, vou dividindo com vocês.
Esse primeiro foi um dos mais condizentes com os "princípios" da nossa "seita". Não encontrei ele no site da autora, portanto vou colocá-lo na íntegra, porque realmente vale a pena.
É do livro "O design do designer" da Lígia Fascioni.
Lá vai...
Saber que não se sabe
Uma vez um amigo se surpreendeu com o fato das minhas aulas estarem disponíveis no meu site, com transparências, bibliografia e tudo mais, para quem quisesse. Um professor também me perguntou se eu iria colocar o texto completo da minha tese na Internet (alertou-me de que alguém poderia copiá-lo). Resposta para as duas questões: o mundo inteiro está na Internet, não há informação que se possa se gabar de estar em segurança. E isso não faz mesmo nenhum sentido. Para que esconder e guardar informações? Principalmente, se o objetivo é divulgá-las, compartilhá-las com o máximo de pessoas possível...
Houve um tempo em que as pessoas acreditavam que seu talento e valor residiam no que só elas sabiam, naquilo que guardavam trancado a chave na gaveta do escritório. Tinham a ilusão de que a seção, o departamento, a empresa, o mundo, tudo pararia se ela se recusasse a abrir a gaveta. A garantia do seu emprego estava lá dentro, guardadinha.
Ainda bem que o mundo mudou (se bem que algumas poucas pessoas ainda não perceberam). Hoje as empresas não contratam mais quem não sabe trabalhar em equipe e tem o nefasto hábito de trancar gavetas. Na época pré-Internet, talvez esse pudesse ser uma estratégia válida de sobreviência, inclusive muito popular.
Hoje não há mais gavetas trancadas em nenhum lugar do mundo. Pelo menos não para sempre. E as pessoas têm que pensar em outra maneira de se fazerem importantes no seu ambiente de trabalho em particular e na vida de uma maneira geral. Segredos não estão mais seguros e podem ser devassados a qualquer momento. Então, o que fazer?
Primeiro: reconhecer que a gente não sabe quase nada do que há para saber. Mesmo que eu publique aqui tudo o que sei, ainda é muito pouco para me fazer de importante e garantir minha sobrevivência profissional em algum lugar. Tudo o que está aqui também está ao mesmo tempo em muitos outros lugares, talvez com uma roupinha diferente. Sabe por quê? Porque são só informações e a gente vive mergulhado nelas, praticamente afogados. Conhecimento não é mais diferencial de nada, está ao alcance de qualquer um que tenha oportunidade e persistência para achar o que quer.
Segundo: reconhecer que sozinho não se vai a lugar algum. Se a gente sabe é quase nada, então como fazer alguma coisa com isso? Ora, o óbvio. Juntar com o pouquinho que mais alguém sabe e voilá: pode ser que se crie algo realmente útil e até importante. Já que é impossível para um só dar conta de saber tudo o que é preciso para andar pra frente, só nos resta montar o quebra-cabeças. Assim, quanto mais gente inteligente e disposta a compartilhar informações nós conhecermos, maior é a probabilidade de realizar um trabalho legal que faça a diferença.
Terceiro: o importante não é tanto o saber fazer, mas saber o que fazer. Ou seja, não adianta falar línguas, ter diplomas, teses, cursos e outros enfeites curriculares, se você não souber o que fazer com tudo isso. Vejo gente que estudou um montão reclamando que não há emprego, que ganha mal, e que fulano de tal que tem apenas o segundo grau incompleto está ganhando rios de dinheiro. Ora, a inteligência e a competência independem de quanto cada um estudou. Tem mais a ver com a sua visão do mundo, com a capacidade de criar novas soluções para velhos problemas, identificar oportunidades, gostar de desafios, ir à luta. Se a pessoa não sabe o que quer fazer com tudo o que aprendeu, isso acaba virando um fardo, um peso para carregar. Assim, quanto mais se estuda e aprende, mais elementos se tem para criar e mudar, o que, sem dúvida, é uma vantagem - mas vale lembrar que pode ser mais útil um simples canivete para quem sabe usá-lo do que mísseis supersônicos para quem não tem idéia do seu alvo. E que o mundo não tem limites para quem tem o alvo e os mísseis.
Tem outros artigos e textos dela nesse site aqui.
Esperam que tenham gostado e que realmente tenham identificado o texto com aquilo que os guris têm nos passado e mostrado, esclarecendo que estamos todos juntos montando esse quebra-cabeças em busca de um mesmo ideal, de um mesmo resultado.
Beijos
Carla
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